MINHA VIDINHA DE CACHORRO ![]() Este texto foi psicografado, por isso é importante que eu me identifique logo como seu verdadeiro autor. Meu nome é Tarugo - e não me perguntem por que me botaram esse nome. Nós, cães, não costumamos contestar os nomes que recebemos. Puseram Tarugo, eu aceitei. Um nome é um nome, nada mais que isso. Não faz a menor diferença. E apenas urna necessidade que os humanos têm de dar nomes às coisas, desde que começaram a falar. Substituir a coisa por um som - não é uma tolice? Nós, da comunidade canina, temos um método muito mais eficiente. Isto mesmo: uma cheiradinha. Um nome olfativo. Basta contornar o companheiro, chegar por trás e snif! - já identificamos o cara. Se os humanos fossem realmente espertos, usariam o mesmo método. Mas eles acham que não ficaria bem. Já imaginou - dizem eles - o governador receber a visita de um representante estrangeiro, contornar e...? Tudo bem. Deixemos pra lá essa questão de nomes. O que me trouxe aqui, em espírito (vocês já devem ter notado que sou um cão falecido), é uma questão muito mais seria. Eu quero denunciar a tremenda injustiça que os humanos estão fazendo conosco. Se o cão é o melhor amigo do homem, a recíproca nunca foi tão falsa como agora. Vamos aos fatos. Vocês viram alguma notícia na imprensa de cães que são agredidos, feridos ou mortos por seres humanos? Nunca. Vocês vêem exatamente o contrário. Cães agredindo. Cães mordendo as canelas de velhinhas indefesas. Cães atacando garotinhos angelicais. Cães perversos. Feras assassinas pondo em risco a sobrevivência da humanidade. Eu que morri aos três anos, sem nunca ter abocanhado um glúteo, posso muito bem me insurgir contra essa descarada hipocrisia. O que vocês estão fazendo conosco é uma verdadeira cachorrada. Começa que somos numericamente inferiores a vocês. Um cão para cada sete pessoas, dizem as estatísticas. E já que falamos em estatísticas, sabem quantos cães foram mortos nas ruas somente no ano passado em Curitiba? 5.730. Isso mesmo: cinco mil, setecentos e trinta cães. Vítimas de atropelamento, envenenamento e outras crueldades maiores. Algum vereador propôs qualquer medida pra reduzir essa catástrofe? Ao contrário: propuseram o uso de focinheiras. Não nos humanos, mas em nós. Só quem nunca foi cachorro pode aprovar uma barbaridade dessas. Cachorro não tem glândulas sudoríparas, como outros animais. Cachorros não podem suar, como suam os vereadores. Nós precisamos abrir a boca e botar a língua de fora para controlar a temperatura do corpo. Não é para fazer gracinha, não, nem para cativar eleitores... Mas deixem eu contar minha história. Eu era um cachorrão bonito, pêlo marrom, curtinho e brilhante. Minha mãe era boxer, meu pai era fila. Puxei mais o meu pai e muita gente me confundia com um fila de verdade. Até os dois anos e meio tudo correu bem. Eu tinha uma casa, uma família e uma tigela de ração bem cheia. Disciplina militar: meu dono era capitão, gostava de ser obedecido. E eu o obedecia, principalmente quando havia visitas. Ele ficava todo orgulhoso, não da minha obediência, mas da sua capacidade de comando. Eu, generosamente, deixava que ele colhesse os aplausos. Tenho impressão que no quartel as coisas eram um pouco diferentes. Mas vamos lá. Um belo dia, o capitão anunciou que ia ser transferido. Embrulha, encaixota, embala - sobrei eu. Resolveram me dar para o jardineiro. Amarga experiência. Não sei se alguém de vocês já foi cachorro de jardineiro. E horrível. Você não pôde fazer buraco, deitar nos canteiros, rolar no gramado. Se uma planta secar, foi você que mijou nela. Não agüentei. Fugi. Mas não tive nem tempo de me arrepender. A famigerada carrocinha me pegou e lá fui eu trancafiado para o Canil Municipal. Nunca imaginei que houvesse tanto cachorro na cidade. Celas superlotadas, pulgas aos milhares, companheiros que nunca tomaram um banho na vida. Voltando às estatísticas: dos 4.271 cães que a Prefeitura capturou no ano passado, só 1.485 voltaram para os braços de seus donos ou arranjaram uma família adotiva. O restante dançou: 619 foram doados para instituições de ensino e pesquisa (bisturi, extração de órgãos, etc.) e a maioria, exatamente 2.167 cães, foi sumariamente eutanasiada. Gostaram do verbo? Pois é como eles dizem lá: eutanasiar. Matar, sacrificar, exterminar são termos muito duros. Eles preferem eutanasiar. Não preciso dizer que fui um dos eutanasiados. Me agarraram, prenderam uma borracha ao redor do meu focinho e - doida - miseravelmente ardida - me aplicaram uma injeção de sal amargo. Morri feito um cão, as pernas amolecendo, a cabeça pesando, um calorão desgraçado explodindo dentro do peito. (Assim termina o protesto de Tarugo, o Breve, que jaz sob toneladas de lixo no Aterro Sanitário desta mui ecológica e humana Cidade de Curitiba, amém.) Jamil Snege publicado em: Gazeta do Povo, 2 de maio de 1999 - Postado por: Maryjane �s 14h21 [ ] [ envie esta mensagem ] POR QUE JOGARAM FORA? ![]() Tiana não entendia como alguém seria capaz de algo assim. Tiana era mais que uma criança esperta. Era muito inteligente e desenvolta para sua idade. Além de tudo, amava os animais de todo coração, e sentia que seria capaz de fazer tudo por eles. Algumas coisas da vida, Tiana entendia muito bem. Por exemplo, porque as flores murchavam e morriam tão depressa. Ou porque seu avô jamais voltaria. Ou ainda porque seu pai e sua mãe discutiam dia após dia, noite após noite. Essas coisas eram perfeitamente compreensíveis. A vida termina, as pessoas se vão, os que ficam às vezes brigam. Normal. Mas algumas outras coisas, Tiana definitivamente não conseguia entender. Como na vez em que voltava pra casa após a escola e viu um pombo ser atropelado. O motorista não ligou a mínima para o sofrimento da avezinha, e seguiu seu caminho, deixando-a pra trás. O pombo, felizmente, não sofreu maiores danos, ao contrário dos ouvidos do motorista. Tiana xingou naquele dia todos os palavrões que sabia. De outra feita, presenciou os moleques da escola arrancarem as asas de uma borboleta. Bateu neles, mas, pequena que era, saiu levando a pior. Algumas manchas roxas, é certo... Mas isso não era nada. A borboleta estava vingada. O pior dia na vida de Tiana foi aquele em que, saindo de casa, encontrou três filhotes de cachorro largados na calçada. Ela chorou, implorou, gritou, mas a mãe não a deixou levá-los para casa. E ninguém a sua volta parecia se importar. Os cachorrinhos ganiam forte, enchendo os ouvidos de Tiana com os sons do desespero da fome. Resolveu que faria algo por eles, quer a mãe quisesse, quer não. Voltou à calçada, levando leite e um pouco de carne moída que sobrara do almoço. Mas estava preocupada. Sabia que aquela não era uma boa comida para os cachorrinhos. Tiana era esperta, e sabia muitas coisas. Sua madrinha havia tido cães a vida inteira, e a menina aprendeu muito sobre eles. Mas não havia coisa melhor para dar aos pequeninos. Sentada na calçada ao lado dos cachorrinhos, Tiana pensava. O que haveria de fazer? A mãe não os queria, e ninguém parecia se importar... A raiva enchia seu coração de criança. Por que os deixaram nascer se não os queriam ? Por que jogaram fora ? Estava acima de suas forças entender tamanha maldade. Já estava desesperando, quando teve uma idéia. Correu para casa e pegou uma caixa de papelão e as roupinhas de suas bonecas. Trouxe também alguns lacinhos de cabelo, cartolinas e canetinhas. Colocou os cachorrinhos na caixa de papelão e correu para a pracinha. Estava cheia de crianças com suas mães. Vários bebês brincavam na areia. Os bancos estavam cheios de senhoras de idade (a mãe lhe havia dito para chamá-las assim), que tagarelavam sobre os capítulos da novela. Tiana não perdeu tempo. Escolheu os vestidos mais bonitos e colocou nos cachorrinhos. Enfeitou-os com lacinhos e os penteou cuidadosamente. Ficaram muito engraçados... Como bonecas peludas. A menina pegou as cartolinas e escreveu nelas: "Cachorrinhos para doação. Tenha um amigo peludo. Leve para sua casa o amor de sua vida. Veja como são engraçadinhos!" Tiana pôs-se a gritar: "Lindos cachorrinhos! Cachorrinhos fofinhos ! Quem vai querer um cachorrinho?" As pessoas ficaram espantadas. Mais espantadas ainda ficaram ao ver os três cachorrinhos vestidos como bonecas. Algumas não agüentaram e rolaram de rir. Uma senhora levantou-se do banco. E perguntou à Tiana: "São seus?" E a menina, brava, respondeu: "Mas é claro que não! Se fossem, eu jamais abandonaria! E não ia me separar deles por nada desse mundo!" A senhora, longe de se importar, disse-lhe: "Tem toda a razão. Você é uma criança inteligente. São crianças como você que me fazem ter fé no futuro." E completou: "Eu fico com os três." Tiana ficou tonta, não podia acreditar... Era sorte demais! Três cachorrinhos de uma só vez! A senhora disse-lhe: "Meu nome é Júlia. Adoro cães. Convivo com eles desde pequena. Eu estava sentada naquele banco muito triste, porque ontem à noite morreu minha companheira de muitos anos, uma linda e meiga cadela branca chamada Princesa. Estava pensando nela quando ouvi sua voz." Tiana ficou com os olhos cheios d'água. Os cachorrinhos teriam a melhor mãe do mundo, melhor até do que ela mesma. Júlia agradeceu à menina por haver lhe dado tanta alegria. E Tiana não podia acreditar em como Deus era bom... Trocaram os endereços, e promessas de continuarem se encontrando. A noite estava caindo. A mãe de Tiana devia estar quase doida com seu sumiço. A menina despediu-se de cada cachorrinho com um beijo e os entregou à senhora, que os abraçou com carinho e os carregou no colo. Claro que, quando chegou em casa, Tiana teve que ouvir uma grande bronca da mãe. E ficou de castigo por um mês. Mas nada disso importava. Tiana deitou-se e aquecida com a chama do amor. E dormiu o sono dos anjos. Claudia Porto - Postado por: Maryjane �s 13h45 [ ] [ envie esta mensagem ] MILA ![]() Era pouco maior do que minha mão: por isso eu precisei das duas para segura-la, 13 anos atrás. E, como eu não tinha muito jeito, encostei-a no peito para que ela não caísse, simples apoio nessa primeira vez. Gostei desse calor e acredito que ela também. Dias depois, quando abriu os olhinhos, olhou-me fundamente: escolheu-me para dono. Pior: me aceitou. Foram 13 anos de chamego e encanto. Dormimos muitas noites juntos, a patinha dela em cima do meu ombro. Tinha medo do vento. O que fazer contra o vento? Amá-la - foi a resposta e também acredito que ela entendeu isso. Formamos, ela e eu, uma dupla dinâmica contra as ciladas que se armam. E também contra aqueles que não aceitam os que se amam. Quando meu pai morreu, ela se chegou, solidária, encostou a cabeça em meus joelhos, não exigiu minha festa, não queria disputar espaço, ser maior que a minha tristeza. Tendo-a ao meu lado, eu perdi o medo do mundo e do vento. E ela teve uma ninhada de nove filhotes, escolhi uma de suas filhinhas e nossa dupla ficou ainda mais dupla porque passamos a ser três. E passeávamos pela Lagoa, com a idade ela adquiriu "fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, de Machados de Assis. Era uma lady, uma rainha de Sabá numa liteira inundada de sol e transportada por súditos imaginários. No sábado, olhando-me nos olhos, com seus olhinhos cor de mel, bonita como nunca, mais que amada de todas, deixou que eu a beijasse chorando. Talvez ela tenha compreendido. Bem maiôs que a minha mão, bem maior que o meu peito, levei-a até o fim. Eu me considerava um profissional decente. Até semana passada, houvesse o que houvesse, procurava cumprir o dever dentro de minhas limitações. Não foi possível chegar ao gabinete onde, quietinha, deitada a meus pés, esperava que eu acabasse a crônica para ficar com ela. Até o último momento, olhou para mim, me escolhendo e me aceitando. Levei-a em meus braços, apoiada em meu peito. Apertei-a com força, sabendo que ela seria maior do que a saudade. Das coisas boas que Mila me deixou, além da saudade brutal que não vai embora, a mais importante é Títi, uma setter dourada como sua mãe, que esta semana completou dez anos. Tanto o socialismo como o neoliberalismo, com motivações antagônicas, acreditam que os homens devam ser iguais. Pode ser. Com os cachorros é diferente. Mila não perdia tempo com banalidades. Nunca se rebaixou a ver TV. Dava-lhe as costas, preferia ficar me assistindo, eu era seu espetáculo - o que era recíproco. Contudo, não podia ver uma videogravadora ou máquina fotográfica apontada para ela, logo fazia caras e bocas, era uma lady, uma rainha de Sabá. Títi é diferente. Despreza ser fotografada, em compensação, adora ver TV- mais até do que o recomendável. A mania começou há cinco anos, com a Guerra do Golfo. Ela cismou com a cara do Saddam Hussein e latia para ele. Enquanto durou a guerra, vigiou a TV, esperando que ele aparecesse para encoleriza-la. Meu vizinho judeu veio reclamar dos latidos, quando soube para quem Títi latia, pediu desculpas, a mim e a ela. A guerra acabou, a mania ficou. Com o tempo, Títi descobriu outras coisas para gostar ou desdenhar na TV. Não gosta de desenhos animados nem de shows de auditório. Instalei um aparelho em seus domínios , ligado no canal Discovery, que exibe umas viagens pela África, animais, peixes, essas coisas. Ela passa horas diante daquilo que o canal chama de "maravilhas do nosso universo". Basta eu apagar a luz e me deitar, ela abandona as maravilhas do nosso universo e vem dormir no tapete ao lado da minha cama. Quando tem pesadelo e começa a gemer, basta que eu bote a mão em sua cabeça que tudo passa. Quando sou eu que enfrento meus fantasmas, faço a mesma coisa. Sinto sua cabecinha na minha mão - e os fantasmas, derrotados, urrando, são tragados pela noite e desaparecem. Foi em dezembro, dez anos atrás. Mila teve nove filhotes, impossível ficar com a ninhada inteira, fiquei com aquela que me parecia mais próxima da mãe. Nasceu em minha casa, foi gerada em minha casa, nela viveu esses dez anos, participando de tudo, recebendo meu amigos na sala, cheirando-os e ficando ao lado deles - sabendo que, de alguma forma, devia homenageá-los por mim e por ela. Ao contrário da mãe, que tinha alguma autonomia existencial, aquilo que eu chamava de "fumos fidalgos", como o Dom Casmurro, Títi era um prolongamento, o dia e a noite, o sol e todas as estrelas, o universo dela centrava-se em acompanhar, resumia-se em estar perto. Quando Mila foi embora, há dois anos, ela compreendeu que ficara mais importante - e, se isso fosse possível, mais amada. Escoou com sabedoria a dor e o pranto, a ausência e a tristeza, e se já era atenta aos movimentos mais insignificantes da casa, com o meu tempo tornou-se um pedaço significante da vida em geral e do meu mundo particular. Vida e mundo que deverão, agora, continuar sem ela - se é que posso chamar de continuação o que vem pela frente. Perdi alguns amigos, recentemente, mas foram perdas coletivas que doeram, mas, de certa forma, são compensadas pela repartição do prejuízo. Perder Títi, é um "resto de terra arrancado" de mim mesmo - e estou citando pela segunda vez Machado de Assis, que criou um cão com o nome do dono (Quincas Borba) e sabia como ninguém que dono e cão são uma coisa só. Essa "coisa só" fica mais só, nem por isso fica mais forte, como queria Ibsen. Fico apenas mais sozinho mesmo, sem ter aquele olhar que vai fundo na gente e adivinha até a alegria e a tristeza que sentimos sem compreender. Sem Títi, é mais fácil aceitar que a morte seja tão poderosa, desde que seja bem menos poderosa do que o amor. Carlos Heitor Cony - Postado por: Maryjane �s 11h28 [ ] [ envie esta mensagem ] ORAÇÃO DO CÃO ![]() Senhor de todas as criaturas, fazei que o homem, meu dono, seja fiel aos outros homens, como eu próprio lhe sou fiel. Fazei-o afeiçoado à minha família e aos amigos, como eu próprio lhe sou afeiçoado. Fazei que ele guarde honestamente os bens que tu lhe confias, como eu, honestamente, guardo os que ele me confia. Dai-lhe Senhor, um sorriso fácil e expontâneo, como fácil e expontâneo é o mover da minha cauda. Fazei-o tão pronto à gratidão, como eu, sempre tão pronto, lhe lambo as mãos. Dai-lhe uma paciência igual à minha, que lhe aguardo sem queixume. Que ele tenha a minha coragem, e a minha prontidão no sacrifício, Desde a comodidade à própria vida. Conserva-lhe a juventude do meu coração,e a alegria do meu conhecer. Por fim, ó Senhor de todas as criaturas, fazei-o sempre tão verdadeiramente homem, como eu sempre, tão verdadeiramente, sou cão. Autor desconhecido - Postado por: Maryjane �s 11h20 [ ] [ envie esta mensagem ] A PRECE DO CÃO. ![]() Trata-me com carinho, pois nenhum coração em todo o mundo, será mais agradecido do que o meu. Não tente me educar com pancadas, pois embora eu possa lamber-lhes as mãos entre dois golpes, a sua paciência e compreensão irão me ensinar mais rapidamente as coisas que espera que eu aprenda. Fala-me muito, pois a tua voz é a música doce do mundo, como pode perceber pelos ardentes sacolejos de minha cauda quando ouço os seus passos. Quando o tempo estiver frio e chuvoso, conserve-me dentro de casa, pois sou um animal doméstico, sem preparo para enfrentar as intempéries do tempo e a minha maior glória será o privilégio de sentar-me a seus pés. Conserve a minha vasilha de água fresca, pois além de não poder reclamar quando ela esta seca também não posso dizer-lhe quando estou com sede. Dê-me comida limpa e sadia, para que eu me sinta bem e possa brincar, pular, cumprir as suas ordens, passear ao seu lado, estar sempre pronto a protegê-lo com minha própria vida, estando a sua em perigo. E... quando eu estiver bem velho, se o Poderoso me privar da saúde e da visão, não me vires as costas... Faça-me o bem de deixar que a minha vida de dedicação e fidelidade possa se extinguir suavemente, e eu farei sentir com o meu último alento, que sempre me senti seguro em suas mãos. Amém. - Postado por: Maryjane �s 11h54 [ ] [ envie esta mensagem ] LEITE SUBSTITUIDO PARA GATOS É o leite próprio para bebês recém nascidos separados da gata mãe. Essa receita pode salvar a vida dos filhotes. A dra. Andrea Lambert criou os gatinhos filhotes que por algum motivo não estão com a mãe gata. Já existe em pet shops o leite substituto em pó, fabricado pela Nutron. o Uma receita caseira (Colaboração de Maria José Rodrigues ) . 1 copo de leite integral de caixinha . 1 copo de água fervida, filtrada ou mineral . 2 colheres de sopa de farinha láctea . 1 gema de ovo sem a clara pq clara faz mal para o bebê gatinho . 1 colher de chá de mel Misture tudo, bata no liquidificador e coloque numa vasilha de vidro lacrada. Guarde na geladeira e na hora de alimentar o bebê gatinho retire só a quantidade necessária. Esta receita serve para até 3 dias. Depois disso precisa fazer uma nova. É prático, saudável e barato. O l eitinho caseiro pode ser administrado por meio de conta-gotas ou mesmo seringas de 3 ml sem a agulha. Pode dar para o nenê gatinho muitas vezes ao dia, pq nas mamães eles mamam a toda hora. o Como dar o leite para o gatinho -NUNCA vire o filhote de barriga para cima para dar de mamar, como se fosse um bebê humano: o líquido pode ir para os pulmões e o gatinho morre de pneumonia. Ele deve ficar em pé ou na mesma posição em que mama na mãe gata. Pode-se improvisar a mamadeira com um conta-gotas ou seringa sem agulha. Existe mamadeira própria para filhotes em pet-shops. Dê o leite de 4 a 5 vezes por dia, morno, na quantidade que o gatinho aceitar. o Gatos idosos Gatos com mais de dez anos podem ter a capacidade digestiva diminuída, dificuldades para mastigar, perda de paladar e olfato. Além de ração Senior de boa marca, precisam também de alimentação mais atraente e fácil de mastigar, proteínas de qualidade e bo as doses das vitaminas C e E. Um gato bem cuidado pode chegar a mais de 20 anos. o Achou um gatinho bebê e não sabe como cuidar dele? No site Beco dos Gatos ( www.becodosgatos.com.br ), a veterinária Rejane Melki ensina como cuidar de bebês separados das mães. o Bolas de pêlo É bom dar uma colher de sopa de azeite por semana para ajudar na eliminação das bolas de pelo que se acumulam no intestino. Azeite também deixa o pelo mais brilhante e sedoso. Gatos precisam comer folhas. Isso também ajuda a eliminar bolas de pelo do estômago. Alface, salsinha, broto de alpiste e grama podem ser comidos desde que estejam limpos, bem lavados, livres de produtos tóxicos. · Cuidado: há plantas venenosas que seu gato não pode comer. o Dieta ideal O gato precisa de proteínas p ara obter os aminoácidos essenciais para seu crescimento e bom funcionamento do sistema imunológico. A falta de aminoácidos como taurina e arginina pode provocar cegueira e anomalias nos filhotes. · Nunca dê doces ou chocolate ao seu gato. - Postado por: Maryjane �s 10h35 [ ] [ envie esta mensagem ]
*Esse
layout � uma cria��o exclusiva de Bruno Maximus*
|
